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Privação ou bem-estar? Saiba o que eliminar na hora de fazer economia.

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Certamente você já pensou que uma boa gestão de finanças pessoais pudesse estar relacionada a privações, não é mesmo?

Muitos brasileiros ainda carregam essa ideia equivocada devido à falta de informação e como uma consequência do analfabetismo financeiro de nosso pais.

De acordo com o exame PISA realizado em 15 países com jovens de 15 anos, foi identificado que os estudantes brasileiros estão entre os mais leigos no que diz respeito educação financeira. No entanto, a falta de conhecimento financeiro não é exclusividade dos jovens. Uma pesquisa do Sebrae aponta que 77% dos micro empreendedores individuais nunca fizeram um curso ou treinamento de finanças; 48% não fazem previsão de gastos, 39% não registram todas as receitas e 34% acompanham o saldo de caixa no máximo uma vez ao mês.

Dados como este nos levam a identificar o motivo de tantos brasileiros estarem com um nível de endividamento acima do limite recomendado (30% do valor da renda líquida mensal, segundo especialistas).

Apesar disso, nem tudo está perdido.

Com um bom planejamento, disciplina e organização, é possível manter a vida financeira organizada sem precisar deixar de fazer coisas que gostamos, ou que nos fazem felizes. É uma questão de auto conhecimento. Por isso a importância de sabermos exatamente o quanto ganhamos e o quanto gastamos.

A ideia é fazermos escolhas conscientes e analisarmos cuidadosamente as despesas que podem ser reduzidas ou eliminadas sem prejudicar nosso estilo de vida, a começar pelos desperdícios.

Diminuir o tempo no banho, por exemplo, trocar as lâmpadas convencionais por lâmpadas de LED, fazer uma revisão de planos e assinaturas que não estão sendo utilizados, sejam eles tv por assinatura, telefone celular, aplicativos de músicas e filmes em geral.

O ideal é fazer uma “limpa” no orçamento doméstico e a direcionar a economia gerada para o que te faz feliz de verdade. Ah! E não se esqueça de formas sua reserva de emergências, caso ainda não tenha.

Para saber mais, clique aqui e assista o vídeo.

O importante é termos a consciência de que estamos utilizando o nosso dinheiro da melhor maneira possível, colocando no papel nossas metas de curto, médio e de longo prazo. Assim, será muito mais fácil viver de forma que nos proporcione satisfação no presente sem deixar de pensar no nosso amanhã.

Abraços e até a próxima.

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